The Other Woman (Mulheres ao ataque) | Filme

Em The Other Woman, três mulheres traídas se unem para acabar com aquele que as fez mal. No meio do caminho uma grande e inesperada amizade nasce e juntas passam por momentos únicos.

É aquele tipo de filme pra ver a tarde com as amigas e rir bastante comendo pipoca, sabe? Bem cara de sessão da tarde, mas que vale a pena. E já que tem feriado essa semana, porque não aproveitar pra ver um filme legal? Junta com as amigas e pronto: diversão do feriado garantida.

Alguém aí já viu esse filme? Gostou?

Beijos!!

ass carol + foto

Non stop | Sem escalas

Nesse feriado de carnaval, não viajei e aproveitei que a cidade estaria vazia para fazer algo que adoro e sempre acho que preciso fazer mais vezes: ir ao cinema com boas companhias. Assisti ao filme “Sem escalas”, que estreou dia 28/02 e me chamou atenção por ser um daqueles suspenses em que não se pode piscar ou olhar pro lado, que se perde um detalhe e aí já não se entende mais nada da história toda.

Sou suspeita para falar de filmes desse tipo, admito que adoro aquela ansiedade de saber o que vai acontecer e as reviravoltas que o filme dá.

Esse filme se passa durante um vôo de New York a London, onde um agente recebe várias mensagens SMS cheias de mistério, de alguém que aparentemente esta no avião, e que exige que 150 milhões de dólares sejam depositados em uma conta, caso contrário um passageiro morrerá a cada vinte minutos dentro do avião. Inicialmente o agente não sabe se deve dar atenção a ameaça, porém depois que o primeiro passageiro aparece morto começa uma investigação em pleno vôo sobre quem será o assassino.

No fim das contas, o suspense brinca com o jeito de pensar norte-americano, pois o avião esta cheio de estereótipos de suspeitos – um árabe é visto como potencial terrorista, um negro como arruaceiro, uma loira como manipuladora e o próprio agente como um esquizofrênico alcoólatra – e o clima de paranoia toma conta do ar, nos mostrando o quanto é natural esse modo de “segurança” se ativar nos americanos após os atentados de 11 de setembro.

Talvez essa reflexão não seja o alvo principal do filme, e nem é tão fácil percebê-la. Mas de qualquer forma, o enredo mexe com os sentidos dos telespectadores, e eu que gosto dessa sensação indico esse filme a todos que queiram um pouco de aflição e suspense, e também para aqueles que gostam de adivinhar o que vai acontecer (vocês irão mudar de ideia a cada cena rs).

Beijos,
bruna-de-oliveira1

A menina que roubava livros | Livro & filme

”Quando a morte conta uma história, você tem que parar pra ouvi-la.”

A menina que roubava livros tem por narradora a morte, que encontrou três vezes com a personagem principal, Liesel, e acabou se interessando pela trajetória da menina. A história se desenrola na Alemanha em seu período nazista e, no durante o livro, Liesel é adotada, se apaixona, ouve seu pai tocar acordeão, ajuda a mãe no trabalho, vira amiga do judeu que sua família esconde no porão e rouba muitos livros.

Eu li o livro há alguns anos atrás e me apaixonei, ele virou um daqueles que a gente morre de ciúmes e não empresta de jeito nenhum, sabe? Então, semana passada estreou o filme (que eu estou louca pra ver!) nos cinemas e ele tem tudo pra ser ótimo!!! Toda vez que eu vejo o trailer eu tenho vontade de sair correndo pro cinema mais perto e assistir logo.

Alguém aí já leu o livro e/ou assistiu o filme? O que acharam?

Beijos beijos

assinatura carol

A culpa é das estrelas | Livro & filme

“Você vai rir, vai chorar, e ainda vai querer mais.” (Markus Zusak, autor de A menina que roubava livros).

Esse livro é realmente encantador. Ainda estou lendo, confesso, mas já ouvi várias pessoas falando sobre ele e praticamente o discurso de todas era o mesmo: trata-se de uma linda história de superação, e claro, de amor. No final do ano passado fui presenteada com esse livro em um amigo secreto, mas comecei a ler apenas essa semana e estou adorando.

O livro conta a história de Hazel, uma garota que vive com um câncer incurável desde os 13 anos. A sua vida se resume em realizar tratamentos para amenizar os efeitos da doença, e o que ela consegue com isso é prolongar um pouco mais sua vida. Hazel se conforma com a sua morte cada vez mais próxima, mas como em todo bom enredo há uma boa reviravolta, o de Hazel chama-se Augustus (ou Gus se preferir). E é em cima disso que a história acontece.

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O melhor é que esses dias vazou o trailer oficial do filme inspirado nesse livro, e pela altura que eu já estou da leitura, sinto que esse filme não irá decepcionar em nada quem se apaixonou pela história!

Acabei assistindo e descobrindo algumas coisas que vão acontecer sem querer, o que vai tirar a graça da minha leitura (bom, pelo menos eu não vou ter que fazer cara de espanto dentro do ônibus lotado, ou então chorar em algumas partes, rs).

Super indico, e vamos aguardar o filme!

Beijos,

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